O que eu gosto: booktuber

Resolvi criar uma editoria aqui no blog. Toda sexta (assim espero) eu vou indicar um livro, canal do YouTube, série ou qualquer outra coisa que eu goste. É meio inútil, eu sei, mas eu adoro compartilhar aquilo que eu curto. Assim como eu amo receber indicações dos amigos e muitas vezes corro atrás de coisas novas no Google.

Hoje vou começar falando de uma booktuber que me fez amar passar horas assistindo vídeos. A Tatiana Feltrin fez eu querer ler cada vez mais e me “indicou” vários livros que entraram no ranking de melhores da vida.

Que tal você conhecer também? Comece assistindo esse vídeo sobre um assunto super importante  🙂

 

Prioridades – como lidar?

Se dependesse do que o meu eu interior quer, eu não teria ficado um mês sem postar aqui. Iniciei vários posts, mas o momento acelerado no trabalho desviou meu foco e os textos foram se perdendo.

Isso me faz parar um momento para questionar se minha prioridade é o trabalho. Para isso, senta que lá vem a história.

Quando era adolescente sonhava com um emprego que me fizesse viajar pelo mundo, conhecendo pessoas e lugares incríveis. Achava essa ideia extremamente divertida e agradável e conseguia me imaginar rodeada pelo glamour de ser uma profissional moderna, descolada e sem moradia fixa.

Acredito que até meu jeito de ser expressava esse meu desejo, porque até hoje familiares e alguns conhecidos acreditam que eu vou dar o fora do Brasil para ser feliz em outras (várias) terras. Uma vez até assustaram quando expressei meu desejo de ser mãe um dia. “Você? Nunca imaginaria. Sempre pensei que você estaria nos ligando cada hora de um país. Com filho isso não é possível”, me disseram uma vez.

E, no dia que ouvi isso, uma sirene pareceu gritar na minha cabeça. “O que eu fiz comigo? Não sou mais aquela pessoa legal?”, me desesperei. E comecei a pensar no que eu realmente dou valor, o que eu admiro, minhas prioridades.

Eu cheguei a conclusão de que nunca gostei de viajar a trabalho, de ficar conectada com os clientes 24 horas por dia ou de trabalhar nos finais de semana. Não queria uma vida bem programadinha, com atividades definidas para todos os dias da semana, sem novidades. Isso não quero. Mas, entregar minha vida ao trabalho não parece tão glamouroso assim.

Gente, por favor não me entenda mal. Não tenho medo do trabalho. Já passei madrugas e finais de semana seguidos com o computador ligado correndo contra o tempo para entregar traduções ou matérias para algum veículo. E faria (de certa forma faço) tudo de novo. Se é pra trabalhar, que seja agora enquanto ainda não consigo segurar a onda.

Porém, vocês já aproveitaram a maravilha de conseguir interromper o trabalho no horário certo e aproveitar todas as horas livres que tem antes de dormir? É muito bom poder descansar, retirar o trabalho da cabeça e se dedicar a uma leitura, uma série ou até atividade física. Você merece. Sua vida não deve ser o trabalho. Ele só deve fazer parte dela.

E é foi assim que eu cheguei à conclusão de que o trabalho não deveria ser minha prioridade, apesar de ser o meio para eu conseguir colocar em prática aquilo que mais quero, como passar tempo com a família, fazer uma viagem legal, planejar um casório, fazer planos para o futuro.

Existem sim momentos em que o seu emprego vai exigir mais de você (como no último mês, por exemplo) e, que tipo de profissional você seria se, em meio a uma loucura, desligasse o computador e dissesse “até amanhã”? A questão é que é preciso colocar limites.

Todos os dias eu pensava em escrever aqui, mas estava sempre tão exausta que não conseguia. Eu me vi deixando por último aquilo que me faz bem, como escrever sobre o que sinto e fazer pole. Foi preciso? Sim, por mais que agora seja a hora de falar para o meu corpo “calma, senta aqui e descansa os olhos. Você precisa.”

Minha prioridade não é o trabalho, mas com certeza passarei por momentos em que o mais importante é fazer minhas entregas para que o futuro seja mais como eu quero.

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Freepik – Viktor Hanacek

P.s.: O texto está muito confuso. Ainda estou em meio a um turbilhão de tarefas, mas achei necessário desabafar aqui sobre o que estou sentindo. Obrigada por chegar até aqui! 🙂